Região do Sertão Central ganha Sistema Integrado de Saneamento Rural (Sisar) exclusivo

Região do Sertão Central ganha Sistema Integrado de Saneamento Rural (Sisar) exclusivo

Durante assembleia geral extraordinária, representantes das associações filiadas e entidades participantes do Sistema Integrado de Saneamento Rural (Sisar) do Sertão Central – Araripe deliberaram pela redefinição da área de abrangência da organização, que passa a englobar apenas o Sertão Central. A decisão fortalece a gestão participativa dos sistemas de abastecimento de água nas comunidades rurais da região, além de abrir brecha para que o Sertão do Araripe ganhe uma nova unidade de gestão do saneamento rural.

“A redefinição foi aprovada, o estatuto foi alterado e agora o Sisar Sertão Central e Araripe passa a ser apenas Sisar Sertão Central. Com a transformação, o Sisar Sertão Central continua com o mesmo CNPJ, porém muda a área de atuação, que agora passa a ser só Sertão Central. E, naturalmente, o nome muda também. Então, é uma alteração estatutária e um redimensionamento da área de atuação do Sisar existente, que agora passa a atuar apenas no Sertão Central”, explica o gerente técnico do Sisar Pernambuco, Alexandre Santana.

Para ele, a mudança permite maior eficiência operacional. “A unidade do Sertão Central – Araripe estava sediada em Salgueiro, que fica no Sertão Central. O território, reunindo as duas regiões, era muito grande, impondo dificuldades de acompanhamento e produtividade para um único Sisar”, ressalta.

Em relação ao Sisar no Sertão do Araripe, Alexandre disse que o processo de estruturação de uma nova unidade para a região deve ser retomado. “No ano passado, iniciamos o movimento para fundar o Sisar Araripe. Concluída esta etapa da cisão, vamos retomar o processo de fundação do Sisar Araripe, cumprindo todos os passos necessários para a criação de um novo Sisar.”

Sistema de gestão em modelo associativo

O Sisar é uma política pública de gestão participativa de sistemas de abastecimento de água em comunidades rurais, funcionando em modelo associativo. A estrutura gestora é composta por um conselho administrativo, constituído de seis representantes das regiões rurais e cinco coparticipes, sendo quatro representantes do poder público e um de uma instituição de controle social. As unidades também contam com setor executivo, formado por profissionais contratados. A iniciativa contribui para a chegado do abastecimento de água em localidades que não são atendidas pelo serviço convencional.

Da redação do Blog do Chico Gomes

Juliana Silva

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Voltar ao Topo