Dr. Tarcisio Reis defende CPI dos Planos de Saúde para investigar negativas de atendimento

Cirurgião oncológico e intensivista afirma que pacientes não podem continuar enfrentando recusas para exames, cirurgias e tratamentos prescritos por médicos
A criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Planos de Saúde é uma das propostas defendidas pelo cirurgião oncológico e intensivista Dr. Tarcísio Reis, presidente da Comissão de Saúde da Federação União Progressista e candidato a deputado estadual. O objetivo é investigar as constantes negativas de exames, tratamentos, cirurgias e procedimentos, além de outras dificuldades enfrentadas pelo descumprimento reiterado de decisões judiciais.
Com 33 anos de experiência na medicina, Dr. Tarcisio afirma que acompanhou de perto o impacto dessas recusas na vida de milhares de pacientes. Segundo ele, muitos tratamentos são adiados ou interrompidos por decisões administrativas que desconsideram a indicação médica, comprometendo a recuperação e colocando vidas em risco.
“Quem está doente não pode esperar por uma autorização enquanto a doença avança. O plano de saúde existe para garantir assistência, não para criar obstáculos ao tratamento. Precisamos dar voz aos pacientes e investigar práticas que vêm causando sofrimento a milhares de famílias”, afirma.
A proposta prevê que a Assembleia Legislativa investigue a atuação das operadoras, identifique possíveis irregularidades e apresente medidas para fortalecer a fiscalização e ampliar a proteção aos consumidores. O candidato também defende maior transparência nos processos de autorização e mais rigor no cumprimento dos direitos previstos na legislação.
Segundo Dr. Tarcisio, a defesa dos usuários dos planos de saúde será uma das prioridades do seu mandato. “Não é aceitável que pessoas paguem mensalmente por um serviço e, quando mais precisam, recebam uma negativa. A CPI será um instrumento para ouvir a sociedade, responsabilizar quem descumpre seus deveres e contribuir para uma relação mais justa entre operadoras e pacientes”, conclui.
