Direção de escola de Salgueiro nega negligência com estudante atípico

Em nota divulgada neste sábado, 6, a Escola Francisco de Sá Sampaio, localizada no Residencial Santo Antônio, em Salgueiro, rebate posts publicados nas redes sociais, acusando a instituição de não fornecer o suporte necessário a um aluno atípico que teve uma crise em sala de aula. A unidade escolar também nega que tenha excluído o estudante com necessidades especiais de uma atividade de lazer.
Leia o texto abaixo:
“A direção da Escola Francisco de Sá Sampaio vem a público esclarecer os fatos divulgados recentemente nas redes sociais, referentes a um acontecimento registrado em sala de aula.
Em ocasião recente, um estudante apresentou um momento intenso de crise no horário de aula. Ao identificar a gravidade da situação, a escola adotou de imediato as medidas apropriadas e responsáveis: a equipe escolar tentou acalmar o estudante, bem como zelar pelo seu bem-estar e dos demais alunos presentes. Em seguida, entrou em contato com sua responsável legal, que foi imediatamente chamada para que pudesse ir até a escola para acalentá-lo.
Ao chegar, a mãe do aluno registrou imagens da sala, posteriormente divulgadas em redes sociais, com alegações de negligência e culpa da escola. Contudo, as versões divulgadas não condizem com a realidade dos fatos. Em nenhum momento a escola omitiu ou negligenciou sua responsabilidade – pelo contrário, agiu com diligência, priorizando a segurança e o bem-estar de todos os envolvidos.
Cumpre também esclarecer que a afirmação de que o aluno teria sido impedido de participar de um banho de piscina por ausência de cuidador é equivocada. Na véspera do passeio, a instituição entrou em contato com a mãe, informando que haveria professor, cuidador e demais responsáveis para acompanhar os alunos, e consultou se o estudante participaria. A mãe optou por não autorizar a participação, alegando que teria receio que o filho estivesse em local com piscina. A escola inclusive sugeriu à mãe a alternativa de acompanhar o filho em veículo particular até o local da atividade e permanecer com ele durante o banho de piscina, para que ela se sentisse mais segura quanto à participação, o que foi recusado.
Dessa forma, a escola reafirma que em nenhum momento falhou em seu dever de cuidado e zelo. A comunidade escolar trabalha com seriedade, respeito e compromisso com a educação e o bem-estar dos alunos. A divulgação de informações distorcidas compromete a imagem de profissionais dedicados e responsáveis.
A direção permanece à disposição para diálogo com familiares e com a comunidade escolar, para prestar quaisquer outros esclarecimentos necessários.”
